PT PARAENSE MARCA CONVENÇÃO PARA 5 DE AGOSTO

Paulo Rocha é como se fosse um Lula no tucupi. Ou Lula com açaí para aparaensar mais.

Pela primeira vez na história, o estado tem a oportunidade de eleger um governador vindo da pobreza, do interior esquecido, um caboclo, operário, que superou dramas pessoais e familiares devastadores, mas teve obstinação firme como uma rocha para construir uma trajetória que o qualifica para comandar mudanças que atendam as urgências dos que mais precisam e criem novas bases para um outro tipo de progresso no Pará: um progresso humano em harmonia com o meio-ambiente.

Paulo Rocha é um Lula no açaí porque também reconhece e respeita a realidade da economia, o mercado, as grandes empresas, mas sabe que é preciso colocar o pobre na agenda do governo, é preciso tirar o pobre do anonimato e colocá-lo no protagonismo das políticas públicas. Sabe que é preciso inverter prioridades para o governo estadual criar níveis aceitáveis de dignidade em todas as regiões do Pará.

Paulo já foi acusado, investigado, teve a vida revirada, foi julgado e absolvido. É uma opção de rocha.  Participou como um dos principais parlamentares   do governo que tirou milhões de brasileiros da miséria.  Ele sabe os caminhos do orçamento, das leis, dos projetos técnicos, dos quadros profissionais e dos diálogos necessários para construir um governo de crescimento econômico com inclusão social.

A experiência e a sinceridade de Paulo Rocha   lhe permitem reconhecer tanto os muitos acertos como algumas falhas do governo liderado pelo Partido dos Trabalhadores no Pará, entre 2007 e 2010. Isso possibilita ajustar e trazer de volta as principais conquistas do Partido. Sobre os governos do PT no Pará e no Brasil, cada vez mais pessoas concluem que no final da década passada muita gente era feliz e não sabia. Ou sabia e quer ser feliz de novo. Paulo vai adaptar para o Pará alguns programas e serviços bem-sucedidos nos governos petistas de estados como o Acre, o Piauí e a Bahia. Para isso tem estudado muito estas soluções para colocar em prática já em 2019. 

Paulo Rocha tem a humildade necessária para admitir erros, mas tem certeza absoluta que é preciso intensificar a luta contra mazelas como o trabalho escravo, a mortalidade infantil, o desmantelamento dos serviços públicos e contra a onda absurda de violência que varre o estado do Pará. Paulo Rocha não é rancoroso e isso permite atitudes como concluir obras paradas de governos passados, acabando com essa guerra de grupos eleitorais que só prejudica o pobre. Paulo não é nem filho da velha política, nem cria da política antiga, vem de baixo, não é dos clãs que comandam o estado desde mil novecentos e antigamente. Paulo Rocha é filho do chamado povão. Um líder que preserva a alma de trabalhador, de sindicalista contra injustiças, de sonhador, de idealista e defensor do bem-estar social.

O Pará não é terra arrasada como alguns querem fazer crer. O Pará tem alternativa, tem uma possiblidade confiável, tem chance de comando firme e sensível. O Pará quer e pode sim viver em paz.

O Pará tem amanhã. O Pará tem Paulo Rocha.

CONVENÇÃO:

O Partido dos Trabalhadores do Pará marcou para este domingo, 05 de agosto, a convenção estadual do partido, onde homologará as pré-candidaturas de Paulo Rocha, governador e Zé Geraldo, senador, e homologa suas candidaturas proporcionais às eleições 2018.

Convenção em Belém: sede da Escola de Samba “Quem São Eles”, na travessa Almirante Wandenkolki, 1233, Reduto.